A oportunidade de aproveitar o Algarve como nunca, de A a B
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A oportunidade de aproveitar o Algarve como nunca, de A a B

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A oportunidade de aproveitar o Algarve como nunca, de A a B


Enquanto os turistas anseiam pelo controlo mundial da pandemia para conseguirem voltar ao Algarve, nós teremos este ano, como poucos, o sul de Portugal só para nós e temos o dever de, mais do que nunca, aproveitá-lo em pleno, de A a B. A região mais a Sul de Portugal quase que pode ser dividida ao meio, em Algarve A e B, considerando as suas principais características e atrações. Tem em Faro uma cidade central muito rica na sua oferta turística e paisagística: desde a conhecida praia da ilha de Faro, à Sé ou Convento do séc. XVI que é hoje o Museu Principal, a cidade surpreende com cenários medievais como as partes de muralhas mouras. Aqui começa a famosa Ria Formosa, um parque natural eleito como uma das 7 maravilhas naturais de Portugal, afastada do mar por um conjunto de 5 ilhas e 2 penínsulas.

Tem um habitat único que beneficia do movimento contínuo de ventos, correntes e marés, albergando a maior comunidade de cavalos-marinhos da Europa. É um paraíso para quem gosta de observação de aves e de ver espécies emblemáticas como os flamingos.

Lado A

A Ria estende-se até à Manta Rota e aqui começa a descrição de um dos lados do Algarve. Para os portugueses, este é o Algarve mais calmo por ser menos comercial, menos explorado naturalmente e menos turístico. Lado famoso por ter a água mais quentinha, os areais mais extensos e proximidade com Espanha (quando se passa férias deste lado é obrigatório dar um saltinho a Ayamonte e comprar presunto para juntar ao petisco das conquilhas).

Este é o Algarve dos pescadores, do paraíso natural da Ilha de Tavira, da cascata do Pego do Inferno, de parar no tempo nas muralhas e feiras medievais de Castro Marim ou de Cacela Velha. Aqui os contrastes são entre os extensos areais e a Serra, entre a humildade das embarcações dos pescadores e os topos de gama da Praia Verde, entre grelhadores junto dos passadiços da praia e as mesas de esplanada dos restaurantes que constam nos guias Michelin. Deste lado, fica uma das 15 melhores praias do mundo, a praia da Fábrica. Existe toda uma mística até se conseguir estender a toalha nesta praia que implica a deslocação até um ancoradouro e uma curta viagem de barco até à ilha deserta. O mesmo acontece para aceder à ilha da praia de Cabanas ou de Cacela Velha, outras das zonas populares deste Algarve.

Passar aqui uma semana ou um fim de semana prolongado é parar no tempo, é fechar os olhos e estar em ilhas desertas que são autênticos paraísos na terra, com a melhor gastronomia ali mesmo à mão de “grelhar”.

Lado B

Retomando a Via do Infante ou prosseguindo a mítica nacional 125, rumamos em direção ao Algarve mais procurado pelos estrangeiros por ser igualmente atrativo, mais promovido e, por isso, com maior oferta a nível de infraestruturas. Aqui, as cascatas naturais são substituídas pelos escorregas dos parques temáticos que deliciam portugueses e estrangeiros pela sua qualidade e diversidade: só entre Vilamoura e Portimão são mais de 5 (Slide & Slash, Zoomarine, Aquashow, entre outros). E quem não espera o ano todo para ir descer no kamikaze ou andar em escorregas de boias? É sempre o dia perfeito para miúdos e graúdos.

A noite deste lado do Algarve tem outra vida, com uma oferta imensa de bares e pubs, discotecas e muito entretenimento, o convívio entre os locais, turistas portugueses e turistas estrangeiros é uma constante principalmente nos meses de Verão (mas não só). O Algarve consegue atrair todo o ano e há, inclusive, cada vez mais estrangeiros com habitação própria na região. Não é de admirar: com cenários saídos de filmes de Hollywood, como é o caso das cavernas abertas pelo mar nas rochas da Praia da Marinha (Lagoa), também considerada uma das mais bonitas do mundo. O cenário repete-se do Carvoeiro ao Alvor, passando pela famosa Praia da Rocha, onde surgem praias abrigadas por falésias mais ou menos imponentes.

Mas há uma coisa comum nestes dois lados: a qualidade e a riqueza natural e gastronómica e que este Verão vai ser ainda mais nossa. Que este seja o ano de conhecer o Algarve de A a B.

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